Eu sou um apreciador de futebol, e francamente faz-me alguma confusão ver as pessoas reduzirem este jogo a conversa de circunstância.
Quase todos os dias vejo pessoas que fazem isso. Uns aceito melhor que outros... Sei que as pessoas querem ser simpáticas e às vezes a bola é o caminho mais rápido para meter conversa.
Mas, há coisas que mexem comigo. Pessoas que sei que não gostam de futebol, que são efeminados e que vêm ter comigo para falar de futebol... Não é aceitável. Por um sem número de razões.
Principalmente porque nós sabemos muito bem que quando o ser humano está interessado noutra pessoa, finge ter gosto por coisas que não lhe dizem absolutamente nada. Quantos de vocês já discutiram signos, e pensam que um ascendente é um elevador?? Quantos de vocês já fingiram gostar de arte, e inclusive comentam-na, mas na verdade pensam que o Van Gogh é um jogador holandês? Pois é... ter um tipo efeminado a discutir futebol comigo, retrai-me desde logo. Pode ser mania da perseguição, mas a minha tendência natural é dizer:
"Epá, percebo o que estás a tentar fazer, mas não vai dar. Não és tu, sou eu".
Nada invalida que a esta hora o Homo Efeminadus fique a pensar qualquer coisa como:
"Mas qual é o problema deste gajo? Já não se pode gostar do Benfica?".
E é verdade... Pode-se gostar do Benfica, da mesma forma que se pode ser homossexual. Cada um é como é, e temos que aceitar as pessoas assim. Mas tanto uma coisa como outra fazem-me confusão, portanto, não é razão para discutrmos os resultados do Domingo, pois não? Até porque as pessoas vão ver-nos a falar durante meia hora (discutir futebol leva tempo) com o Efeminadus e certamente nunca vão imaginar que é de bola que se fala. Os comentários serão qualquer coisa como:
"Os gajos estavam a falar há meia hora, cheguei lá e mudaram de assunto. Estavam a fingir que discutiam bola. Mas tudo muita farsola, via-se logo que era mentira. Agora o Efeminadus ia estar a falar de bola... Tá bem tá, já me tinhas dito ó Vantunes... Cá para mim, andam enrolados.".
Thursday, March 13, 2008
Homo Efeminadus
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Wednesday, March 12, 2008
Tou-me a rir? Não me deve estar a ver rir pois não?
Tenho andado a reparar numa tendência estranha das pessoas que trabalham em locais onde tenham que atender clientes. Refiro-me a restaurantes, papelarias, supermercados, enfim... escolham o estabelecimento vocês, porque o comportamento, será sempre mais ou menos o mesmo.
Estas pessoas têm indicações para serem simpáticas com os clientes. É por isso que muitas vezes nos recebem com rasgados sorrisos, mesmo sem nos conhecerem de lado nenhum. Até podemos ir a uma farmácia, comprar qualquer coisa porque estamos realmente mal, que a pessoa que lá estiver com a bata vai-nos receber com um enorme sorriso. Não, não está a gozar com o nosso estado, está só a cumprir ordens. E a ordem é clara: Riam-se para os vossos clientes.
Pois bem, esta atitude, contagia... Chegamos a um sítio, somos recebidos com sorrisos, alguns chegam ao ponto de brincar connosco como se fôssemos crianças e isso como é óbvio, liberta o juvenil que há em nós. Até porque naquela altura estamos a pensar em como é excelente ter ali alguém que gosta de nós logo à primeira vista, que se ri para nós e que nos faz rir. Isto faz-nos sentir bem, e como é óbvio, faz com que praticamente nos sintamos na obrigação de retribuir.
Pois minhas senhoras e meus senhores, esta é o pior erro que podemos cometer quando estamos a ser atendidos em qualquer estabelecimento. Façam-no e percebam o que quero dizer. Como agora não tenho tempo para esperar que o façam, vou-vos já dizer o que vos espera: O humor do atendedor de público vai desaparecer instantaneamente. Naquele momento, ele passa de humorista a mágico!! A boa disposição desaparece num ápice.
É como se o humor, fosse um exclusivo da pessoa que está por detrás do balcão. No fundo, os atendedores de público sentem-se como se estivéssemos a tentar fazer o trabalho deles.
Ou então a formação que têm para sorrirem para os clientes, não contempla o facto do cliente poder retribuir e é aí que nos apercebemos que tudo não passa duma fachada, um esquema para simular simpatia. Lembram-se de quando éramos miúdos e íamos chamar alguém para ir brincar e vinha mãe ao intercomunicador e dizia, "Ele não pode ir brincar. Tá de castigo"? Pois é isso que temos que fazer quando os lojistas nos tentam fazer sorrir. Temos que pôr os nossos dentes de castigo e não os deixar espreitar cá para fora sob a forma de sorriso. Isto se não quisermos de repente ser confrontados com uma má disposição que não percebemos de onde vem:
-"Mas de onde vem esta antipatia, ainda agora estávamos aqui ocupados a ser simpáticos um com o outro..."
-"Não me estou a rir pois não? São 10 euros e 53 cêntimos, por favor".
As coisas estão segregadas e claramente definidas: Nós temos a intenção de compra e o dinheiro para pagar; Eles são senhores das mercadorias e da boa disposição. Não tentem entrar em território alheio, porque no fundo também não achariam piada se chegados à caixa, fosse o lojista a pegar na vossa carteira e tirasse o dinheiro para pagar, não é?
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Thursday, February 07, 2008
(T)Etnicamente Ocidentais
Hoje em dia todos temos uma grande predisposição para o que é étnico. Não sei porquê... Gostamos de danças de Cuba, comidas da China, bares do Egipto.
A malta diz que é porque curte outras culturas, mas a verdade não é essa. A verdade, é que de uma maneira ou de outra gostamos de ser servidos por outras culturas! Pensem nisto: Quantas vezes foram a um restaurante chinês e se sentiram defraudados porque o empregado não era chinês?? E depois ficamos ainda piores quando vemos que é português... Aliás, mesmo que seja chinês, se falar sem sotaque já consideramos ultrajante:
"Então mas eu venho comer à china, e este mano nem troca um r por um L??? Assim não".
É chato de facto. Não vamos a um chinês ver um tuga a trabalhar! Estraga a fantasia... Mas também não deixa de ser menos verdade que se aparecer um brasileiro a trabalhar lá, já não nos chateia tanto. Deixa de ser chato e passa a ser aborrecido, como se os brasileiros tivessem encetado um surto de procriação por terras do Ping Pong e isso fosse extremamente natural.
Mas para mim, o mais engraçado é quando aparece o patrão e regra geral é um gajo mais português que eu. Quanto mais não seja porque é mais velho! Já vi isto acontecer nas lojas chinesas, nos restaurantes nepalenses... Enfim, aonde quiserem. Os empregados são lá da terra, mas o patrão, esse é tuga! E só o descobrimos depois da refeição, quando ele se vem vangloriar das posses:
"Olá, o meu nome é Carlos, sou o gerente. Vão desejar café? Sim? Só um momento. ALI AHMED!!! Despacha-te com as bicas para a mesa 5!!".
Sim, porque a probabilidade de ouvirmos a palavra bica num restaurante indiano na Índia propriamente dita... é diminuta, digamos assim. Mas não há nenhum dono de restaurante tuga que resista a oferecer uma bica depois do jantar e um pãozinho antes do mesmo. Eu chamos-lhes os sinais. Os sinais do Ocidente.
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Monday, January 28, 2008
Smile damn it, smile!
Tenho-me em conta de uma pessoa bem disposta. As pessoas costumam perguntar-me se fui feito a rir...
É uma pergunta parva... é parva por vários motivos. O principal deles é que, em abono da verdade, não estava lá quando fui feito. Ou se estava, não tinha orelhas. Portanto, é uma pergunta para a qual não existe resposta possível. Ou é retórica, ou é parva. E como não vejo qualquer retórica interessada em debater o momento da minha concepção... acho que a pergunta é muito parva.
Mais do que saber como fui feito, tenho um sonho. O meu sonho é o de que, quando eu tiver um filho, ele me preste a devida homenagem e saia cá para fora com um sorriso nos lábios!
Odeio esta coisa dos putos virem todos cá para fora a chorar. Não percebo. Acho que se trata de sofrer por antecipação. É estúpido. Compreendo que "lá dentro" estivesse mais quentinho, mas ao mesmo tempo quer-me parecer que também deve ser mais apertadinho.
Quero um puto que saia a rir! A maioria das pessoas não gosta de putos, porque eles são fatalistas. Choram, choram, choram desde que vêem a luz do dia... Parecem adultos!!!
Sou sorridente e feliz! Com o tempo que passo a rir, se a minha mulher engravidar, tiver um filho e ele sair cá para fora a chorar... tenho bases para desconfiar de que o puto não seja meu! Portanto um aviso ao meu futuro descendente:
Não basta seres careca puto... se vais aparecer e queres ficar cá por casa, é bom que tragas um sorriso rasgado e uma gargalhada vibrante!
Posted by Vantunes at Monday, January 28, 2008 1 comments
Saturday, January 26, 2008
Limites temporais
Verão que a resposta, sem se pensar muito, será: até vermos (pela primeira vez no ano) esse alguém durante os primeiros 20-30 dias de Janeiro. Então e se virmos essa mesma pessoa em Fevereiro, não terá ela tempo suficiente pela frente para ter um óptimo ano? Eu diria que ela tem grandes probabilidades de corrigir o que tenha feito mal em apenas 1/12 do ano...Não estaremos a ser demasiado apressados? Ou é a fobia de chegar-se ao ano seguinte?
Na realidade, parece-me que, no fundo, bastaria dizer: Bom Janeiro. Porque quando chegarmos a Dezembro e fizermos a retrospectiva anual, lembrar-nos-emos de quem nos desejou um bom ano a dia 14 Janeiro? Certamente que não...
No pólo oposto desta questão, encontram-se aqueles que nos vêem 3 vezes no mesmo dia e repetem sempre: Bom dia. Mas é necessário reafirmar o desejo de que sejamos felizes neste dia?
Já para não falar na expressão "Boas saídas, melhores entradas"...o que é que isto quer dizer? O que é que pode mudar das 23:59 de 31 Dezembro para as 0:00 de 1 Janeiro? Será que o mundo à nossa volta melhora? Será que as passas deixam de ser amargas e o champanhe fica mais fresco?
Fica o desafio! Não desejem bom dia, nem bom ano. Desejem Bom Mês! Poupam trabalho...
Posted by Kramer at Saturday, January 26, 2008 0 comments
Sunday, January 20, 2008
Rock, Drugs and Sex n´Roll
Eu acho que isto da indústria do sexo está de pernas para o ar, salvo seja! Antes de mais, sou contra a forma como esta indústria está a ser governada e isso acontece porque antes demais não tenho dúvidas absolutamente algumas de que está a ser governada por mulheres.
Tudo na indústria do Sexo, está desenhado para mostrar que os homens não sabem o que fazem e que as mulheres estão a ser prejudicadas no acto em si! Vocês podem achar que isto é mania da perseguição, e que eu sou só mais um homem que não sabe o que faz e que está a enfiar a carapuça, mas não é o caso! Aturem-me por uns minutos e vão perceber o que digo.
Estou no supermercado, na caixa para pagar e vejo ao lado dos rebuçados uma caixa de preservativos. O que faz sentido. Quem não consegue arranjar parceiro, compra uns docinhos e amanha-se! É o que faz quem quer fumar e não pode. Come doces.
Bom, mas a questão não é essa. Aproximo-me da caixa, não porque ande cheio de sorte mas antes porque ela parecia uma caixa de rebuçados Tutti Frutti, e leio o seguinte:
"Preservativos que acrescentam a diversão à relação Sexual"
Fiquei chocado! E fiquei chocado porque, se são precisos preservativos para acrescentar diversão à relação sexual, para quê incomodarmos-nos a ter a dita relação sexual?!?! Do meu ponto de vista, acho que todos ganhavam mais se abrissemos a caixa no meio da sala e deixássemos os preservativos fazer a sua magia!!!! Estamos a falar de quê? Preservativos que cantam? Dançam? Jogam à bola? Não percebo como é que estamos dependentes de preservativos para acrescentar diversão à relação... Algo vai mal no reino da cúpula...
É claro que esta táctica, é um pau de dois bicos! Já estou a ver gajos a dizerem:
"Foi tão bom para ti, como para mim? Não? Olha que sinceramente não percebo... Usei aqueles da diversão acrescentada... Devem estar estragados, ou fora do prazo ou quê...".
Bom, ultrapassei isso. Ultrapassei isso e fui ver televisão quando cheguei a casa. Ainda estava a pensar naquilo, mas estava a ver se me distraía. Pensei, vou ligar a Sic Notícias para ver se já encontraram a miúda McCan, ou se o aeroporto continua a não ser em Alcochete. Mas eis que vejo a seguinte notícia:
"Inventado Gel que aumenta o desejo sexual feminino em 300%"...
Foi demais!! Primeira conclusão: Se és uma daquelas miúdas que depende de preservativos para acrescentar diversão sexual, esquece este gel!! Porque 300% de zero, continua a ser Zero!! Não vale a pena, és um caso perdido!
Mas, se não é o caso, este gel não deixa de ser perigoso. Qual é a dose certa? É preciso comer antes de? Como se aplica? Tem efeitos secundários??? É mais caro que os preservativos divertidos?
Seja como fôr a mensagem está clara! Meninos apliquem-se, porque as nossas fragilidades estão a ser postas a nú.
Posted by Vantunes at Sunday, January 20, 2008 0 comments
Tuesday, January 15, 2008
Poesias Sanitárias
Já reparei nisto algumas vezes, mas nunca achei que fosse digno de escrever... pensei que o fenómeno abrandasse, mas a verdade é que tem escalado... Poesias nas casas de banho dos homens!
Não gosto de ver poesias em casas de banho, ou nas portas das casas de banho. Por várias razões, a principal das quais é que quem faz aquilo só tem (logisticamente falando) duas posições:
1) ou está sentado, e aí está claramente a dizer o que pensa da poesia
2) Ou é muito abençoado, está de pé, de costas para a sanita, e com a situação por cima do ombro para não falhar o alvo.
A segunda seria uma façanha admirável (sobretudo ao nível da pontaria), mas creio que não é o que se passa. Eu acho que andam pessoas sentadas a escrever poesia nos WC´s públicos!!! E o que é estúpido, é que por norma são poesias dedicadas a alguém. Eu acho que dedicar uma poesia numa porta de casa de banho dos homens a uma miúda de quem se gosta é estúpido! Aliás, é pior do que estúpido. É um esbanjar desnecessário de criatividade preciosa!
O gajo que escreve tem que escrever a desejar que a mulher amada nunca leia, porque se ela chega a casa a dizer que já leu a poesia... digamos que terá explicações para dar! Se ela não ler, ele também não pode chegar ao pé dela e dizer: "Estava a pensar em ti e escrevi umas coisas no WC dos homens".
A não ser que seja sobre um amor secreto... Aí parece-me um sítio optimo para declarações amorosas. Por exemplo, um gajo que tenha uma amante pode escrevê-lo no WC. Quanto mais não seja, porque estará a admitir que fez m*@#a, e isso é importante. é claro que a legítima esposa não pode ter irmãos nem amigos, e o pai ou não pode ser chegado ou tem que ter falecido! Caso contrário é um plano com falhas! No fundo o tipo de plano que um gajo que dedica poesias à mulher amada no WC conceberia.
Posted by Vantunes at Tuesday, January 15, 2008 0 comments
Sunday, January 06, 2008
Call Boy
Eh pá, estou curioso relativamente a este filme: Call Girl!
Já sei, já sei o que estão a pensar. Dificilmente será pelo valor artístico do mesmo. E é um facto, não é pelo valor artístico. Não faço a mínima ideia se o filme é bom ou deixa de ser. E francamente, acho que nem me interessa.
Mas também não é pelo "valor físico" do filme, digamos assim... Sim, e esse eu sei que o filme tem. Ou pelo menos, visto daqui parece que tem. Como também não me devo aproximar muito mais, vou ficar com esta convicção. Há um valor físico implícito.
Mas o verdadeiro motivo da minha curiosidade, é que estou cá desconfiado de uma coisa: Ainda ningúem foi ver este filme. Neste momento não tenho grandes dúvidas disso.
Falo com os amigos, e eles só dizem que a miúda é boa, aliás, que é bem boa. Pergunto: "Mas foste ver o filme?". Respostas mais ouvidas:
-"Para quê? O cartaz diz tudo! Não preciso de largar 5 euros para isso".
-"Tás doido? E criar um conflito bélico lá em casa que sei que não tenho hipóteses de vencer?"
Viro-me então para as amigas. Dizem elas que a miúda é boa, aliás, que é bem boa (e é bom ver que a Soraia Chaves é um ponto de confluência entre homens e mulheres). Pergunto então: "Mas foste ver o filme?". Respostas mais ouvidas:
- "É um filme sem história nenhuma. Não dou dinheiro para o ver"
- "A miúda é boa, aliás, é bem boa... Mas não é nenhum Brad Pitt".
-"Tinha que levar o maridão, e não lhe quero dar ideias".
Ainda não conheci ninguém que fosse ver o filme. E isto está a deixar-me curioso. Mas sei que tenho que ser inteligente na hora de o ir ver. Não posso fazer parecer que quero ir pela Soraia, mas também não vou conseguir convencer ninguém que vou lá pelo Nicolau Breyner.
Não posso ir com um amigo. Ia fazer-me confusão. Ia-me sentir como um gajo que vai ao Passerelle à luz do dia. E eu não sou esse gajo.
Não consigo ir com uma amiga, porque elas começam logo a dizer que a Soraia é feia, que não tem classe, que o filme não tem história e que ela não é nenhum Brad Pitt.
Bem feitas as contas devia ir sozinho. Só eu e a Soraia, mano a mana sem ninguém a incomodar. Mas... a verdade é que aquele cartaz é demasiado agressivo. Como diria um dos génios da comédia que mais aprecio, se a Soraia fosse uma acção estaria em queda vertiginosa!! Está demasiado acessível, inundaram o mercado com ela. O que é óptimo para o qualquer gajo que se chame Mercado, mas é mau para a cotação de qualquer título. O cartaz faz qualquer gajo que vá ver este filme sozinho, um daqueles senhores que procuram os peep-shows!!!
É por isso que digo que ninguém vai ver este filme. Apesar de ser um filme, aonde se faz "Tudo" (acho que foi isso que ouvi no trailler). Pensem bem... TUDO!!! Não falta nada a este filme, e ainda assim não conheço ninguém que o tenha ido ver. Aliás, tive que adulterar o título do post para que vocês se dessem ao trabalho de o ler. Vocês leram-no, e eu não fiz nem metade de "Tudo"!
Posted by Vantunes at Sunday, January 06, 2008 0 comments

